terça-feira, 4 de novembro de 2008

Neste momento...

São 6h da manhã, e a tamy está escutando Engenheiros do Hawaii, Piano Bar. Pensando nesse momento, em como as mudanças são difíceis de aceitar, como é difícil de aceitar tudo. É difícil aceitar que pessoas que queremos por perto, podem não nos querer por perto. Que o que mais desejamos, podemos não ter, como é difícil sair "perdedor". Mas nessa hora eu lembro, que perdemos coisas para ganhar outras, as vezes muito melhores que aquelas que perdemos. Não falo de pessoas, acho que pessoas são insubstituíveis, porém acho que o que elas nos deixaram, tanto os ensinamentos como os sentimentos, são o que mostram a importância delas na nossa vida, postivamente ou negativamente.
"Ontem a noite, a noite tava fria, tudo queimava mas nada aquecia"
Estou me sentindo assim, queimando mas não aquecida. Tudo parece tão confuso as vezes, e eu quero realmente achar uma resposta, e nessas horas eu vejo o quanto a gente não se conhece. Porque nas horas em que mais queremos saber o que sentimos, não conseguimos ver direito. Então sigo na luta de começar a me conhecer, de começar a me entender, e principalmente começar a me amar. Como um dos livros mais lindos e em que mais acredito disse: É impossível amarmos e sermos amados, se não amamos a nós mesmos. Essa busca constante me deixa desanimada, parece muitas vezes que estou a indo lugar algum, mas quando eu olho, eu estou cada vez mais perto da luz e não só vejo isso, como vivo e sinto. A felicidade está na subida da escarpa realmente. É tão difícil ver isso as vezes, porque só vemos o que queremos ver. E as vezes o que queremos ver não é o que precisamos.

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